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72% dos brasileiros dependem de atividades gratuitas para acessar cultura

Tendência é observada em todas as classes, principalmente, na D/E

Cerca de 30% da população só vai a atividades culturais oferecidas de graça. A porcentagem salta para 72% quando incluído na conta o grupo que frequenta predominantemente eventos gratuitos. Os números são da Pesquisa JLeiva Cultura nas Capitais, que ouviu 10.630 pessoas em 12 das cidades mais populosas do Brasil.

“O resultado mostra a importância da oferta de atividades gratuitas ou a preços muito baixos, financiadas pelo poder público ou privado. Sem isso, será muito difícil ampliar o acesso, sobretudo na classe D/E”, avalia um dos coordenadores do levantamento, Ricardo Meirelles, integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas da JLeiva e diretor da produtora de conteúdo PrimaPagina.

Na classe D/E, citada por Meirelles, a dependência da gratuidade fica em 79% — 56% só vão e 23% vão principalmente a eventos que são de graça. A tendência, no entanto, se repete em todos os grupos sociais, embora com menor intensidade. Mesmo na classe A: 43% fazem mais atividades gratuitas do que pagas, e 9% vão apenas àquelas que não cobram.

“Essa tendência parece indicar que o setor cultural precisa empenhar-se em tornar mais evidente sua importância”, comenta.

Confira os dados completos: www.jleiva.co/cultura-nas-capitais

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